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Imagem aérea da Amazônia, mostrando o rio principal, destacando a beleza da natureza e sua biodiversidade
Foto: Jhampier Giron M/ Shutterstock

Amazônia, música e minérios no festival que celebra a cultura e sustentabilidade em Belém

Festival Amazônia Para Sempre reúne artistas nacionais e internacionais e destaca o papel dos minérios na estrutura e tecnologia de grandes eventos culturais

Por Redação, 2 min de leitura

Publicado em 09/09/2025

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  • O festival Amazônia Para Sempre em Belém reúne artistas internacionais e regionais para celebrar a diversidade amazônica e preparar a cidade para a COP30, conferência climática da ONU.
  • Instrumentos musicais, iluminação cênica, palcos e sistemas de som dependem de minérios como cobre, ouro, terras raras e silício para funcionamento técnico do evento.
  • A mineração responsável sustenta a infraestrutura tecnológica necessária para grandes eventos culturais, conectando desenvolvimento regional com preservação ambiental na Amazônia.
Resumo revisado pela redação.

Belém se prepara para receber o festival Amazônia Para Sempre, que reunirá artistas nacionais, internacionais e de projeção regional, como Mariah Carey, Gaby Amarantos, Joelma, Dona Onete e Zaynara. Mais do que um espetáculo musical, o festival é uma celebração da diversidade amazônica e um marco simbólico na preparação para a COP30, conferência climática da ONU que acontecerá na capital paraense.

A proposta do evento é clara: unir arte, consciência ambiental e valorização da floresta em pé. E, por trás de cada apresentação, diversos elementos minerais tornam possível a realização de um festival dessa magnitude. A mineração, quando conduzida com responsabilidade, está presente em diversos aspectos da infraestrutura e da tecnologia envolvidas.

Minérios por trás do espetáculo

Imagem de um microfone em destaque na frente de um palco com bateria e instrumentos musicais ao fundo, iluminados com luzes coloridas
Foto: vision-photo/ Shutterstock

Desde os instrumentos musicais, que dependem de metais como ferro, níquel, cobre e zinco, até os microfones, que utilizam ouro e prata em seus circuitos, os minérios são parte essencial da experiência sonora. A iluminação cênica, que transforma o ambiente e cria efeitos visuais, utiliza terras raras como európio e térbio, além de alumínio e cobre para condução elétrica. A estrutura do palco, os sistemas de som e os telões de LED também são exemplos claros dessa presença mineral, com uso de aço, silício, índio e neodímio.

Além disso, os bastidores de um show exigem uma complexa rede de equipamentos que também dependem da mineração. Geradores e baterias utilizam lítio, níquel e cobalto para garantir energia estável e contínua. Cabos de áudio e energia são feitos com cobre, essencial para a condução elétrica. Até os suportes de iluminação e os elementos cenográficos contam com ferro, alumínio e titânio, que oferecem resistência e leveza. E para que tudo isso chegue ao público em tempo real, os sistemas de transmissão ao vivo contam com componentes feitos de silício, ouro e platina, presentes em câmeras, satélites e servidores.

Com patrocínio da Vale, o festival Amazônia Para Sempre reforça a conexão entre cultura, tecnologia e responsabilidade ambiental. Além disso, destaca o papel da mineração responsável no desenvolvimento da região.

Dúvidas mais comuns

O festival Amazônia Para Sempre acontecerá em setembro de 2025, em Belém, no Pará. O evento marca um momento importante na preparação da cidade para a COP30, a conferência climática da ONU que será realizada na capital paraense.

O festival reunirá artistas nacionais, internacionais e de projeção regional, incluindo Mariah Carey, Gaby Amarantos, Joelma, Dona Onete e Zaynara. A programação celebra a diversidade musical e a cultura amazônica com apresentações de grande magnitude.

O festival será exibido ao vivo através de plataformas como Multishow e Globoplay, permitindo que o público acompanhe as apresentações em tempo real, além da transmissão presencial em Belém.

O festival é uma celebração da diversidade amazônica que une arte, consciência ambiental e valorização da floresta em pé. Funciona como um marco simbólico na preparação para a COP30, reforçando a conexão entre cultura, tecnologia e responsabilidade ambiental.

Diversos minérios são essenciais para a infraestrutura do festival: instrumentos musicais utilizam ferro, níquel, cobre e zinco; microfones contêm ouro e prata; iluminação cênica usa terras raras como európio e térbio; palcos e telões de LED empregam aço, silício, índio e neodímio; geradores e baterias usam lítio, níquel e cobalto; e sistemas de transmissão ao vivo contam com silício, ouro e platina.

A mineração responsável fornece os materiais essenciais para toda a infraestrutura e tecnologia de um festival de grande magnitude. Desde os instrumentos musicais até os sistemas de transmissão ao vivo, os minérios são fundamentais para criar a experiência sonora e visual que torna possível a realização de eventos dessa escala.

O festival funciona como um marco simbólico na preparação de Belém para a COP30, a conferência climática da ONU que acontecerá na capital paraense. O evento reforça a mensagem de valorização da floresta em pé e da responsabilidade ambiental, alinhando-se com os objetivos da conferência climática.

O festival conta com patrocínio da Vale, empresa que reforça a conexão entre cultura, tecnologia e responsabilidade ambiental através do evento, destacando o papel da mineração responsável no desenvolvimento da região amazônica.