Quatro pessoas em frente a um backdrop, em ambiente de evento. Um certificado é entregue ao centro.
Ibram e Unesp iniciam estudo para avaliar a presença da mineração em materiais didáticos no Brasil (Foto: Divulgação)

Ibram e Unesp analisarão abordagem sobre mineração em livros didáticos

Parceria entre as instituições busca identificar lacunas e ampliar o acesso de estudantes a informações qualificadas e atualizadas sobre o setor mineral

Por Redação, 2 min de leitura

Publicado em 20/05/2026

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  • Ibram e Unesp realizam diagnóstico sobre como a mineração é abordada em livros didáticos do ensino fundamental e médio para identificar lacunas educacionais.
  • O setor mineral representa 4% do PIB brasileiro e 10% do PIB industrial, justificando a relevância de fortalecer sua presença em materiais escolares com rigor metodológico.
  • O estudo visa aproximar o setor minerador da sociedade por meio de educação de qualidade, alinhado a princípios ESG e responsabilidade social do segmento.
Resumo revisado pela redação.

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e o Instituto Brasileiro de Mineração firmaram parceria para realização de um diagnóstico sobre a a presença e a abordagem de conteúdos relacionados à mineração em materiais didáticos dos ensinos fundamental e médio.. A iniciativa envolve o Centro de Inovação Tecnológica de Bauru (CITeB), da Unesp, e conta com o apoio da associação De Olho no Material Escolar. O objetivo é identificar possíveis lacunas e oportunidades de aprimoramento na forma como o tema é apresentado aos estudantes..

O processo considera a relevância econômica do segmento, que representa aproximadamente 4% do PIB brasileiro e cerca de 10% do PIB industrial, e os desafios a ele associados, tanto no Brasil quanto no cenário global. A expectativa do Ibram é que os resultados do estudo sirvam como base técnica para o fortalecimento de iniciativas educacionais alinhadas à realidade produtiva brasileira. A entidade avalia que o trabalho poderá contribuir para aproximar o setor mineral da sociedade, sobretudo por meio da educação de qualidade.

Reunião em escritório com quatro pessoas ao redor de uma mesa assinando documentos, analisando um plano e discutindo projeto, com aparelhos e copos sobre a bancada.
Foto: Divulgação

O diretor de Comunicação e Projetos do Ibram, Paulo Henrique Leal Soares, afirma que a pesquisa será um instrumento norteador. “A iniciativa é estratégica e dialoga com uma agenda mais ampla de responsabilidade social e desenvolvimento com propósito, alinhada aos princípios ESG, especialmente no eixo social, ao promover maior conexão entre educação de qualidade e o setor minerador brasileiro”, declarou o executivo.

Por sua vez, a associação De Olho no Material Escolar colabora com o projeto a partir de sua experiência em estudos semelhantes voltados para outros setores produtivos. Para a presidente da associação, Letícia Jacintho, a produção de diagnósticos baseados em evidências pode contribuir para a melhoria da qualidade do conteúdo educacional oferecido nas escolas.

Para que possa trazer resultados condizentes com a realidade, o estudo demanda rigor metodológico. O professor Marcelo Carbone Carneiro, da Unesp, assegura que “a palavra final será baseada nas evidências científicas”, ao destacar a independência, a metodologia e a isonomia da academia.

Dúvidas mais comuns

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) firmaram uma parceria para realizar um diagnóstico sobre como a mineração é abordada em materiais didáticos dos ensinos fundamental e médio. O estudo, que conta com o apoio da associação De Olho no Material Escolar, busca identificar lacunas e oportunidades de aprimoramento na forma como o tema é apresentado aos estudantes brasileiros.

O objetivo é identificar possíveis lacunas e oportunidades de aprimoramento na forma como a mineração é apresentada em livros didáticos. Os resultados devem servir como base técnica para fortalecer iniciativas educacionais alinhadas à realidade produtiva brasileira e aproximar o setor mineral da sociedade por meio da educação de qualidade.

A mineração representa aproximadamente 4% do PIB brasileiro e cerca de 10% do PIB industrial, sendo um segmento economicamente relevante. Compreender melhor como esse setor é apresentado na educação é estratégico para alinhar o conhecimento escolar com a realidade produtiva do país e promover maior conexão entre educação de qualidade e o setor minerador.

O projeto envolve a Universidade Estadual Paulista (Unesp), especificamente o Centro de Inovação Tecnológica de Bauru (CITeB), o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e a associação De Olho no Material Escolar, que colabora com sua experiência em estudos semelhantes voltados para outros setores produtivos.

A iniciativa dialoga com uma agenda mais ampla de responsabilidade social e desenvolvimento com propósito, alinhada aos princípios ESG, especialmente no eixo social. Ao promover maior conexão entre educação de qualidade e o setor minerador brasileiro, o projeto contribui para o desenvolvimento sustentável e responsável.

O estudo demanda rigor metodológico para trazer resultados condizentes com a realidade. A pesquisa é conduzida pela academia com independência, metodologia científica e isonomia, garantindo que as conclusões sejam baseadas em evidências científicas sólidas.

Os principais tipos de mineração são: mineração de superfície, mais adequada para extrair minerais próximos à superfície da Terra; mineração subterrânea, utilizada para depósitos mais profundos; e mineração de placer ou garimpo, que envolve a extração de minerais de depósitos aluviais. Existe também a lixiviação no local, um método químico de extração.

O diagnóstico realizado pela Unesp e Ibram busca identificar oportunidades de aprimoramento na forma como a mineração é apresentada aos estudantes. Os resultados servirão como base técnica para fortalecer iniciativas educacionais que conectem melhor o conteúdo escolar com a realidade produtiva brasileira e a importância econômica do setor mineral.