O setor mineral reafirma sua força econômica ao ocupar posições de destaque no ranking Valor 1000 de 2025, que apresenta as maiores empresas brasileiras, segundo o veículo de imprensa. A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) lidera o segmento pelo segundo ano consecutivo, com receita líquida de R$ 13,3 bilhões e lucro de R$ 5 bilhões, consolidando-se como referência em tecnologia de nióbio.
A Vale S.A., embora não tenha liderado o segmento específico, permanece como uma das maiores empresas do país em receita total. Com operações robustas em minério de ferro, cobre e níquel, a empresa é peça-chave na balança comercial brasileira e na arrecadação de tributos como a CFEM.
Empresas no Ranking do Valor
Outras gigantes como Anglo American, CSN Mineração, Kinross e AngloGold Ashanti também figuram entre as 1000 maiores, reforçando a diversidade mineral do país. Juntas, essas empresas dominam mais de 74% da produção nacional de ferro, ouro e cobre.
A presença de empresas como Mosaic Fertilizantes, Hydro Paragominas e MRN (Mineração Rio do Norte) mostra que o setor vai além dos metais tradicionais, incluindo bauxita, fosfato e potássio, essenciais para a indústria de fertilizantes e energia renovável.
O movimento financeiro do setor mineral entre as mil maiores empresas é expressivo. Estima-se que o faturamento conjunto das mineradoras ultrapasse R$ 100 bilhões, com forte impacto na geração de empregos, arrecadação fiscal e investimentos em infraestrutura.
A CBMM se destaca não apenas pelo faturamento, mas pela inovação. A empresa investe em novos materiais e aplicações, com crescimento de 23% nessa área, alinhando-se às demandas da transição energética e da descarbonização da
A mineração brasileira também se mostra estratégica na pauta ESG. Empresas do setor têm adotado práticas sustentáveis, como reuso de água, recuperação de áreas degradadas e uso de energia limpa, o que reforça sua posição em rankings de responsabilidade corporativa.
O estudo Valor 1000 é elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a FGV e Serasa Experian. A classificação considera receita líquida, lucro, margem, liquidez e indicadores ESG. No setor mineral, a análise revela um mercado em expansão, com empresas cada vez mais conectadas à inovação e à sustentabilidade.
Dúvidas mais comuns
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O setor mineral é estratégico para a economia brasileira, com faturamento conjunto das mineradoras ultrapassando R$ 100 bilhões. Além do impacto direto na receita, o setor gera empregos significativos, arrecada tributos como a CFEM e investe em infraestrutura, consolidando-se como peça-chave na balança comercial do país.
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A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) lidera o segmento mineral pelo segundo ano consecutivo, com receita líquida de R$ 13,3 bilhões e lucro de R$ 5 bilhões. A empresa se destaca não apenas pelo faturamento, mas também pela inovação em novos materiais e aplicações, com crescimento de 23% nessa área.
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A Vale S.A. é uma das maiores empresas do país em receita total, com operações robustas em minério de ferro, cobre e níquel. A empresa é peça-chave na balança comercial brasileira e na arrecadação de tributos, consolidando-se como um dos pilares do setor mineral nacional.
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Empresas como Anglo American, CSN Mineração, Kinross e AngloGold Ashanti figuram entre as 1000 maiores do país. Juntas, essas gigantes dominam mais de 74% da produção nacional de ferro, ouro e cobre, reforçando a diversidade mineral e a concentração de mercado do setor.
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Sim, o setor mineral brasileiro é diversificado e inclui empresas como Mosaic Fertilizantes, Hydro Paragominas e MRN (Mineração Rio do Norte), que exploram bauxita, fosfato e potássio. Esses minerais são essenciais para a indústria de fertilizantes e energia renovável, ampliando a relevância do setor.
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A mineração brasileira adota práticas sustentáveis como reuso de água, recuperação de áreas degradadas e uso de energia limpa. Essas iniciativas reforçam a posição das empresas do setor em rankings de responsabilidade corporativa e as alinham às demandas da transição energética e descarbonização.
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O estudo Valor 1000 é elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a FGV e Serasa Experian. A classificação considera receita líquida, lucro, margem, liquidez e indicadores ESG, oferecendo uma análise abrangente que revela um mercado mineral em expansão, com empresas cada vez mais conectadas à inovação e sustentabilidade.