Setor mineral ganha protagonismo no ranking Valor 1000
Com empresas em posições estratégicas, o segmento movimenta bilhões e reforça relevância na economia
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Redação, 2min de leitura
Publicado em 23/09/2025
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Setor mineral ganha protagonismo no ranking Valor 1000
23 de setembro de 2025
A CBMM lidera o setor mineral no ranking Valor 1000 pelo segundo ano consecutivo, com receita líquida de R$ 13,3 bilhões e lucro de R$ 5 bilhões, consolidando domínio em tecnologia de nióbio.
Empresas mineradoras brasileiras como Vale, Anglo American e AngloGold Ashanti geram faturamento conjunto superior a R$ 100 bilhões, dominando 74% da produção nacional de ferro, ouro e cobre.
O setor mineral expande além de metais tradicionais para bauxita, fosfato e potássio, alinhando-se à transição energética e adotando práticas sustentáveis que reforçam posicionamento em rankings ESG.
Resumo revisado pela redação.
O setor mineral reafirma sua força econômica ao ocupar posições de destaque no ranking Valor 1000 de 2025, que apresenta as maiores empresas brasileiras, segundo o veículo de imprensa. A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) lidera o segmento pelo segundo ano consecutivo, com receita líquida de R$ 13,3 bilhões e lucro de R$ 5 bilhões, consolidando-se como referência em tecnologia de nióbio.
A Vale S.A., embora não tenha liderado o segmento específico, permanece como uma das maiores empresas do país em receita total. Com operações robustas em minério de ferro, cobre e níquel, a empresa é peça-chave na balança comercial brasileira e na arrecadação de tributos como a CFEM.
Empresas no Ranking do Valor
Outras gigantes como Anglo American, CSN Mineração, Kinross e AngloGold Ashanti também figuram entre as 1000 maiores, reforçando a diversidade mineral do país. Juntas, essas empresas dominam mais de 74% da produção nacional de ferro, ouro e cobre.
A presença de empresas como Mosaic Fertilizantes, Hydro Paragominas e MRN (Mineração Rio do Norte) mostra que o setor vai além dos metais tradicionais, incluindo bauxita, fosfato e potássio, essenciais para a indústria de fertilizantes e energia renovável.
O movimento financeiro do setor mineral entre as mil maiores empresas é expressivo. Estima-se que o faturamento conjunto das mineradoras ultrapasse R$ 100 bilhões, com forte impacto na geração de empregos, arrecadação fiscal e investimentos em infraestrutura.
A CBMM se destaca não apenas pelo faturamento, mas pela inovação. A empresa investe em novos materiais e aplicações, com crescimento de 23% nessa área, alinhando-se às demandas da transição energética e da descarbonização da
A mineração brasileira também se mostra estratégica na pauta ESG. Empresas do setor têm adotado práticas sustentáveis, como reuso de água, recuperação de áreas degradadas e uso de energia limpa, o que reforça sua posição em rankings de responsabilidade corporativa.
O estudo Valor 1000 é elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a FGV e Serasa Experian. A classificação considera receita líquida, lucro, margem, liquidez e indicadores ESG. No setor mineral, a análise revela um mercado em expansão, com empresas cada vez mais conectadas à inovação e à sustentabilidade.
Dúvidas mais comuns
O ranking Valor 1000 é um estudo elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a FGV e Serasa Experian que apresenta as maiores empresas brasileiras. A classificação considera receita líquida, lucro, margem, liquidez e indicadores ESG. O setor mineral ocupa posições de destaque neste ranking, com empresas como CBMM e Vale liderando em receita e inovação, demonstrando a força econômica do segmento.
A CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) lidera o segmento mineral pelo segundo ano consecutivo no ranking Valor 1000 de 2025, com receita líquida de R$ 13,3 bilhões e lucro de R$ 5 bilhões. A empresa se consolida como referência em tecnologia de nióbio e se destaca não apenas pelo faturamento, mas também por investimentos em inovação, com crescimento de 23% nessa área.
A Vale S.A. permanece como uma das maiores empresas do país em receita total, com operações robustas em minério de ferro, cobre e níquel. A empresa é peça-chave na balança comercial brasileira e na arrecadação de tributos como a CFEM, contribuindo significativamente para a economia nacional e para a geração de empregos.
Além de CBMM e Vale, gigantes como Anglo American, CSN Mineração, Kinross e AngloGold Ashanti também figuram entre as 1000 maiores empresas. Empresas como Mosaic Fertilizantes, Hydro Paragominas e MRN (Mineração Rio do Norte) complementam o setor, mostrando a diversidade mineral do país. Juntas, essas empresas dominam mais de 74% da produção nacional de ferro, ouro e cobre.
O movimento financeiro do setor mineral entre as mil maiores empresas é expressivo, com faturamento conjunto das mineradoras estimado em mais de R$ 100 bilhões. Este volume gera forte impacto na geração de empregos, arrecadação fiscal e investimentos em infraestrutura no país.
A mineração brasileira se mostra estratégica na pauta ESG, com empresas do setor adotando práticas sustentáveis como reuso de água, recuperação de áreas degradadas e uso de energia limpa. Essas iniciativas reforçam a posição das empresas mineradoras em rankings de responsabilidade corporativa e as alinham às demandas da transição energética e descarbonização.
O setor mineral brasileiro vai além dos metais tradicionais como ferro, ouro e cobre, incluindo também bauxita, fosfato e potássio. Esses produtos são essenciais para a indústria de fertilizantes e energia renovável, demonstrando a diversidade e importância estratégica do setor mineral para múltiplos segmentos da economia.