Abelhas e plantas formam redes naturais para restaurar áreas mineradas na Amazônia

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Um estudo do Instituto Tecnológico Vale (ITV) analisou como abelhas e plantas se relacionam em áreas mineradas na Amazônia

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A pesquisa, desenvolvida com o Museu Paraense Emílio Goeldi e universidades federais, foi publicada em 2024 na revista Restoration Ecology, ampliando a consistência e o alcance dos resultados

 Os pesquisadores destacaram que restaurar florestas vai além do plantio de árvores. Integrar polinizadores é fundamental para manter a estabilidade e o funcionamento do ecossistema

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Para isso, polinizadores foram coletados em diferentes ambientes da Floresta Nacional de Carajás, incluindo áreas mineradas e florestas primárias, em três períodos distintos

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A análise mostrou que apenas 5 espécies de abelhas e 12 de plantas concentram a maior parte das interações ecológicas, como a jataí e o urucum

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Esses resultados oferecem subsídios para projetos em diferentes escalas, beneficiando a restauração ambiental e a agricultura local

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A proposta de integrar polinizadores generalistas busca garantir relações ecológicas mais duradouras. Com isso, aumenta-se o potencial de recuperação sustentável das áreas de mineração

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