As restrições de exportação impostas pela China levaram o antimônio a um recorde de quase US$ 60 mil por tonelada em 2025. Contudo, o mercado já sinaliza estabilização com a retomada comercial e o aumento da oferta global
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Em 2026, as cotações recuaram para a faixa de US$ 21,5 mil a US$ 24 mil por tonelada. A queda reflete a flexibilização chinesa e o avanço da produção, com novos fundidores entrando em operação, sobretudo no Sudeste Asiático
A crise expôs a dependência externa e acelerou a diversificação da cadeia produtiva. EUA e outros países ampliam investimentos públicos para reativar minas, com projetos na Europa Oriental e na Ásia Central
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Leia a matéria completa e entenda como a demanda estrutural de setores como energia solar, infraestrutura digital e defesa mantém o mercado aquecido