Imagem de descaracterização da barragem Campo Grande, em Mariana (MG) (Foto: Vale)
Uma lei de 2020 proibiu as barragens a montante no Brasil. O processo de eliminação dessas estruturas exigirá cerca de US$ 7 bilhões em investimentos do setor, com prazo final até 2035
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A mudança impulsionou a adoção de novas tecnologias e padrões internacionais como o GISTM, focado em zero dano à vida e ao ambiente. Nas estruturas de maior risco, as mineradoras investiram em operações remotas e monitoramento 24 horas
Centro de Monitoramento e Inspeção (CMI) da Samarco (Foto: Divulgação)
O processo também fortalece a mineração circular. O setor tem substituído as barragens pelo empilhamento de material desaguado e transformado os antigos rejeitos em coprodutos, como areia, ou em contrapeso para estabilizar o solo
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