Saiba quem foi Clara Pandolfo, a cientista que pensou a Amazônia como política pública

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Clara Pandolfo, nascida em 1912 em Belém (PA), foi uma das primeiras químicas do Brasil, desafiando normas de gênero em um tempo que mulheres sequer tinham direito ao voto

Foto: Projeto Clara Pandolfo / Divulgação

Além de idealizar o manejo florestal sustentável e o uso satélites para monitorar o desmatamento, Clara defendeu o uso racional dos recursos minerais no Departamento de Recursos Naturais da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam)

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 Em 1954, apresentou um estudo sobre 30 minerais na Amazônia, influenciando o mapeamento aéreo de Carajás e a mineração no Brasil

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Como pioneira no uso de satélites para monitoramento ambiental, colaborou com o Inpe e contribuiu para o programa Prodes de controle do desmatamento

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Muito antes de o termo “sustentabilidade” se popularizar, Clara propôs o conceito de Florestas de Rendimento, precursor das atuais Florestas Nacionais

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Ela também foi pioneira ao unir economia e ecologia em projetos públicos, propondo o zoneamento ecológico-econômico da Amazônia e defendendo a capacitação de técnicos locais

Para saber mais sobre o legado de Clara Pandolfo, acesse o Radar Mineração