Lítio, níquel, grafita e terras raras: onde o Brasil se destaca

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As projeções para 2026 apontam crescimento na exploração de minerais críticos. Em Carajás (PA), projetos recebem aportes bilionários para expandir a oferta de cobre e níquel

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Para terras raras, também há perspectiva de lançamentos de projetos comerciais, com investimentos previstos em US$2,1 bi até 2029. O país deve manter posição como líder na exploração de nióbio, já que responde por mais de 90% do suprimento mundial e concentra cerca de 98% das reservas, e expandir a capacidade na produção de grafita, hoje na faixa de 70 mil toneladas por ano

Em MG, o Vale do Lítio ganha foco com a produção do “lítio verde” de alta pureza extraído de rocha dura, bastante valorizado na Europa e nos EUA. A expansão mineral também será impulsionada pelo Plano Decenal de Recursos Minerais, que prioriza o mapeamento de áreas com alto potencial de fornecimento de elementos essenciais para a transição energética

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